Peer Gynt, filho único da pobre viúva Aase, era conhecido na sua aldeia como um contador de histórias. A lenda diz que costumava caçar veados nos cumes mais perigosos da montanha, juntamente com demónios, Trolls, e outras figuras mágicas que conhecia das histórias que contava — e que um dia anunciou que seria famoso. Rapta uma noiva rica de um casamento da aldeia, viola-a, abandona- a, e acaba por ser expulso para a floresta. Só a sua mãe e a jovem Solveig, que está apaixonada por ele, se lhe mantêm fiéis. Após a morte da mãe Peer abandona o país, acabando por se tornar rico e famoso graças aos negócios que desenvolve nos EUA. Numa zona litoral do Norte de África debate-se com ladrões, doentes psiquiátricos, finge ser profeta.... Regressa à aldeia depois de se salvar de um naufrágio e será confrontado com o passado num jogo com a morte.
Enquanto texto dramático, Peer Gynt consiste quase inteiramente numa forma de veicular as aventuras de Peer, uma personagem que foge aos compromissos e que é completamente egoísta, sendo pouco sensível aos sacrifícios que os outros são obrigados a fazer para se moldar a si. O uso que Ibsen faz da sátira e do seu protagonista completamente voltado sobre si mesmo sugere implicações sociais com a sociedade da sua época, que o autor nunca deixou de questionar.
Ibsen escreveu Peer Gynt em 1876 e nunca pretendeu que o seu poema fosse encenado. O autor encarava o seu texto como uma fantasia poética para ser lida. No entanto Peer Gynt depressa passou a ser considerada uma obra-prima da literatura escandinava, e em 1876 o próprio Ibsen adaptou o seu poema para o palco. Uma das razões para a popularidade desta peça devia-se ao facto de o autor se basear nalguns contos fantásticos noruegueses, nomeadamente de Peter Asbjornsen. Mas Ibsen estava também a utilizar algumas das novas ideias populares, nomeadamente as novas tendências de regresso à Natureza e à simplicidade
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Visita de Recreio e Cultura
A Casa da Cultura José Bento da Silva, S. Martinho do Porto. Vai a Monsaraz - Alentejo, já no próximo sábado, 9/Maio. Vamos de autocarro com 37 pessoas, visitamos as olarias de S. Pedro do Corval, a vila medieval de Monsaraz e a Herdade do Esporão, com as suas caves.Transporte, entradas e almoço pelo preço de 40€ por pessoa. Partimos às 7h00 e regressamos às 20h00. Inscrições com Cipriano Simão:96 701 95 82 e 96 200 13 46 Até lá.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Teatro de Revista
O grupo P´d' Palco da Associação Recreativa e Desportiva Quiterense, Valado de Santa Quitéria, Alfeizerão, mantém a tradição do teatro de Revista e prepara-se para estrear em breve mais uma produção teatral, n
este caso a oitava.
Este grupo encontra-se em actividade desde 1994, altura em que se apresentou ao publico pela primeira vez com o trabalho " Olha o Valado Valadinho". Ao longos destes ano apresentou-se em palco por quase duas centenas de vezes, estando para breve o atingir dessa meta.
Este é um espectáculo que pretende divertir criticando a actualidade regional.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Grande Gala dos Amadores de Teatro de Alcobaça
Colectividades de Alcobaça em Movimento
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Mexa-se pela sua Saúde
É já no próximo Domingo o habitual passeio pedestre mensal, organizado pela Casa da Cultura José Bento da Silva (S. Martinho do Porto) e pelo Grupo de Caminheiros dos Pimpões (Caldas da Rainha) desta vez a realizar no Casal Velho - Alfeizerão. São duas horas de contacto com a natureza, na manhã de primavera do próximo Domingo. Aparece e traz um ou mais amigos.
domingo, 19 de abril de 2009
Comemorações do 25 de Abril
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